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Alimentação responsiva e refeições prazerosas!

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acompanhamento terapêutico

Alimentação não é bicho-papão!

Precisamos compreender que muito do comportamento de recusa e seletividade à mesa pode estar baseado nas condições gastrointestinais, sensoriais, motoras orais, no seu temperamento, bem como nas experiências vivenciadas pela criança.

Comportamento Alimentar

O ato de comer está associado a inúmeros processos cognitivos, como nossos pensamentos, imagens e ideias que podem modular o prazer de comer.

Desenvolvimento Sensório-Motor

Padrões progressivos do desenvolvimento sensório motor são pré-requisitos para habilidades de alimentação que favorecem o estado nutricional e o crescimento.

Autonomia alimentar

Aprender a construir reflexões próprias e ter autonomia são capacidades intrinsecamente relacionadas ao desenvolvimento das funções executivas, que contribuem para a autorregulação do comportamento alimentar. As crianças não nascem com essas habilidades – elas nascem com o potencial para desenvolvê-las.

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Oficina de Introdução Alimentar (IA)

Os bebês precisam de muitas oportunidades para praticar suas habilidades alimentares e uma variedade de alimentos para aprender. Dessa forma, eles podem descobrir como gerenciar diferentes texturas e aumentar gradualmente a quantidade de alimentos que comem sozinhos. É possível identificar algumas habilidades alimentares importantes que aparecem à medida que seu bebê progride e esta pode ser uma maneira útil de garantir que você está dando a ele as oportunidades de que ele precisa para aprender naquele momento e ampliar seu cardápio. A fim de tornar a IA mais leve, oferecemos nossa oficina prática, no qual:

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Tratamento de Dificuldades Alimentares Pediátricas (DAP)

A SBP destaca que o manejo da dieta com reconhecimento de alternativas alimentares, a escolha de suplementos medicamentosos ou alimentares, a abordagem comportamental, a identificação do estilo parental, a leitura das impressões dos cuidadores e o suporte psicoemocional ocorrem de forma efetiva, geralmente, apenas com o Atendimento Transdisciplinar Integrado de equipe especializada com a família.

Quanto mais complexo o caso da dificuldade alimentar, maior a necessidade de envolvimento de profissionais de diferentes áreas e conhecimentos, com a incorporação de equipes ou grupos treinados na área. A ação multiprofissional possibilita a identificação de fatores específicos em cada área de atuação.

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Parceria Ateliê Círculo Arteterapia

O Ateliê Círculo Arteterapia é coordenado pela Ângela Iwamoto, arteterapeuta e facilitadora do jogo de pintar (Arno Stern - Selo Soraya Lucato) que é uma atividade altamente libertadora, e que funciona conforme 9 princípios:

O jogo não é aula de desenho ou pintura. É uma prática que não se interessa em atribuir valor estético ou estabelecer algum tipo de julgamento. Trata-se de um momento livre, de expressão genuína e autêntica. Um poderoso aliado no tratamento das dificuldades alimentares e da promoção do desenvolvimento infantil pleno, uma vez que trabalha de maneira indireta (sem pressão / julgamento), habilidades tão importantes como o desenvolvimento da autonomia, exercício de autoconfiança / encorajamento, estimulação sensorial e conexão corpo e tempo.

VALORES. ATITUDES. ABORDAGENS

Atendimento Centrado na Família

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O que é?

O Atendimento Centrado na Família reconhece que cada família é única; que a família é a constante na vida da criança; e que eles são os especialistas nas habilidades e necessidades da criança. A família trabalha com os prestadores de serviços para tomar decisões informadas sobre os serviços e suportes que a criança e a família recebem. Nesse tipo de serviço, os pontos fortes e as necessidades de todos os membros da família são considerados.

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Decisão conjunta

A chave para uma boa tomada de decisão é estar informado. Você estará no caminho certo se primeiro pensar sobre as necessidades de curto e longo prazo de seu filho, os desejos de seu filho e sua situação familiar. As decisões devem ser baseadas nas necessidades, valores e objetivos da criança e da família. Não faz sentido envolver a criança em intervenções quando a frequência regular não é prática para as famílias e/ou conflita com outras prioridades familiares. Nunca é do melhor interesse da criança criar uma situação em que a família esteja sobrecarregada com demandas.

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Comunicação

A comunicação efetiva é uma parte essencial de uma abordagem de serviço centrada na família. Os prestadores de serviço precisam ouvir efetivamente, monitorar a comunicação, construir relacionamentos afetuosos e dar suporte aos pais. Os pais devem se comunicar de forma efetiva para obter informações de prestadores de serviços sobre seus filhos e opções de serviços. Os pais precisam ser claros e honestos sobre o que desejam para seus filhos e o papel que desejam desempenhar na intervenção da criança. Atendimento centrado na família com sucesso é construído na comunicação bem-sucedida.

Assim, as famílias são reconhecidas como as especialistas de sua criança e trabalham com os profissionais de saúde para tomarem decisões informadas sobre o cuidado!

Já é nosso cliente? Ajude-nos a melhorar nossos serviços!

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No geral como vc avalia sua experiência conosco?